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Copa do Mundo 2010: Cada jogo, uma modalidade

Posted by Roberta Andrade Cylleno em 28/06/2010

Lance polêmico de Luis Fabiano, ao dominar a bola, que levou ao segundo gol contra a Costa do Marfim

Ping pong, luta livre e boliche. Em meio ao futebol foi possível observar outras modalidades esportivas em plena Copa do Mundo. A cada jogo do Brasil que passava os brasileiros que assistiam daqui ou de lá, in loco, na África do Sul, sofriam com as dificuldades enfrentadas pela Seleção do outro lado do oceano. Na partida de hoje (28) contra o Chile, que rendeu uma vitória de 3 x 0, a Seleção verde e amarela começou a mostrar um pouco o que é futebol.

O primeiro jogo começou muito tímido, devagar até. Os canarinhos mal corriam. Voar então, nem se fala. Eles entraram no ritmo da Coreia do Norte, tocavam a bola para um, que devolvia com toda a calma, que tocava de novo. Foi quando a partida se transformou em um jogo de ping pong. Só ficou faltando uma mesa e as raquetes. Com muito sacrifício saiu o 2 x 1.

Em pleno domingo (20), um dia de sol aquecia as tardes de inverno em diversas partes do Brasil. Mas a coisa esquentou mesmo foi em Johanesburgo, no jogo contra a Costa do Marfim. O futebol se transformou em luta livre. Resultado: Elano saiu com a canela machucada, sem condições de estar na próxima partida, e Kaká foi expulso após a trombada com o adversário Kay Tay.

No último jogo da primeira fase a pressão foi ainda maior. Com dois jogadores importantes fora da partida, o Brasil teria que enfrentar Portugal. A seleção europeia, que tem um certo tempero brasileiro, e que ganhou da Coreia do Norte com uma goleada de 7 x 0. Aquele adversário em que o Brasil com muito esforço ganhou de apenas um gol de vantagem. A adrenalina, novamente, transformou a partida de futebol em uma partida de boliche, em que os jogadores, de ambos os lados, se revezavam na troca de papeis como pinos e bolas e faziam verdadeiros strikes.

Eu, você, nós dois / Já temos um passado, meu amor, já dizia Caetano Veloso na canção Saudosismo, de 1969. Mas Tropicalismo e saudosismos a parte, agora é o momento de olhar sempre para a frente e esquecer o passado. O próximo adversário, a Holanda, tem um jogo tático e oferece perigo. O próprio jogador Juan, em entrevista, reconhece que a forma de jogo dos holandeses é muito semelhante a do Brasil e que esse não será um jogo fácil. Nas quartas de final o Brasil promete melhorar o desempenho, como tem feito a cada desafio.

No final da partida contra o Chile, Robinho prometeu colocar o coração na ponta da chuteira e lutar com raça para fazer a alegria de milhões de brasileiros. O caminho a ser trilhado ainda é longo, os jogos prometem ser cada vez mais acirrados e os adversários não vão dar descanso. Mas uma coisa é certa: torcida é o que não vai faltar até os 45 do último tempo, rumo ao hexa! Chega de saudade, chega de saudade… o que o Brasil quer é levantar essa taça.

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